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Histórias de viagens ilustradas com fotografias
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segunda-feira, 9 de abril de 2018

À vela no Tejo


Há uma figura típica do imaginãrio de todos os portugueses. A do indivíduo que tem uma prima que é cunhada da florista, que tem uma irmã que é amiga de uma senhora que mora no mesmo prédio,  aquela que está sempre à janela e que tem um piriquito, estão ao ver? (*)

No fundo, talvez a realidade não fique muito atrás da ficção. Neste caso concreto, através de uma longa cadeia de conhecimentos, acabei fazendo um passeio de barco no Rio Tejo, com um grupo de pessoas que desconhecia.


Nunca tinha andado num barco à vela. Foi a primeira vez. E não me passava pela cabeça que aquilo se inclinasse tanto. Para mim foi uma surpresa.
Não passámos o Cabo das Tormentas, nem o Bojador, nem sequer o Bugio. Mas foi muito interessante, e muito giro.
Acho que fiquei cliente. Quando tiver possibilidade espero fazer outro passeio novamente.


Mais fotografias do passeio podem ser vistas no Google Fotos, neste link:


(*) De "Conversas sobre o amor", mini peça de teatro.
Sei que os plágios estão na moda, mas desengane-se quem pensar fazer deste caso mais um caso.
Alegado plagiador e suposto plagiado são uma e a mesma pessoa.

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Parque das Conchas


Chama-se Jardim da Quinta das Conchas e dos Lilases, mas os amigos chamam-lhe apenas Parque das Conchas.
É a minha sala de aula de língua russa.


Numa das últimas aulas fui mais cedo e andei por ali a tirar fotografias, as primeiras que tirei com o telemóvel novo.
Fiquei satisfeito com o resultado final, embora claro, não substitua a máquina fotográfica.


Falta-me agora com mais calma experimentar as diversas opções da câmara. Estas fotos foram tiradas com as definições que vinhan de fabrica.


Falta dizer que em casa, num programa de tratamento de imagem mexi um bocadinho, nada de especial. Apenas tirar o escuro das zonas escuras e o claro das zonas claras.






quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Feira da Ladra


Há casos e casas. Toldos e barracas. Simples panos no chão ou pedras da calçada como mostruário dos produtos. Gente apressada e visitantes vagarosos. Há quem tenha a cabeça nas nuvens e quem sinta o chão que pisa.
Há quem vá e quem volte. Há quem vai de volta. Há quem vende e quem compra. Há quem olhe e aponte. Há quem toque e apalpe. Há quem pegue e não goste. Há quem ache que é caro. Há quem tire um retrato.

Terminada a viagem, à noite na cama, quantos são os que podem dizer que repararam em alguém, num rosto, numa pessoa?


Mais fotografias em https://goo.gl/photos/B3MfGjwLdk6TcbbbA


segunda-feira, 25 de julho de 2016

Tall Ship Races Lisboa 2016


Navegar, navegação, navegadores, mar, água!
E vêm-nos à memória imagens de velhos lobos do mar, navegantes solitários e ilhas desertas.
Em terra firme também existem velhos lobos do mar, navegantes solitários e ilhas desertas.



Quando saí de Santa Apolónia julgava eu que fazia uma grande coisa em ir para o miradouro de Alvito em vez de me meter no meio da confusão à beira do rio.
A perspectiva não é a melhor, e por outro lado nunca mais aprendo que a lente de 300 mm foi um erro tremendo, não tem qualidade nem nitidez para longas distâncias. Incluo apenas uma foto (a última) como demonstração.
Mais fotos em https://goo.gl/photos/bBtkh1v9LpeKdtk48

domingo, 31 de janeiro de 2016

Lisboa a preto e branco


Sábado foi dia de mais uma acção de formação com o Studio8A e o Paulo Roberto. Um dia bem passado, com a oportunidade de rever velhos colegas de “profissão”, bem como conhecer alguns novos, isto porque a acção de formação era alargada a todas as entidades às quais o Studio8A deu formação, e não apenas ao Grupo Desportivo Santander Totta.

O tema era o preto e branco. Após uma introdução teórica seguiu-se uma viagem a pé entre o jardim das Amoreiras e o jardim da Estrela, passando pelo jardim do Príncipe Real.



Eu sei que deveria ler o manual da máquina, mas por desleixo e comodismo nunca o fiz, quero é pegar nela e começar a disparar. É em ocasiões como esta que fico a conhecer um pouco melhor as capacidades escondidas da máquina.

Para não variar, e porque a tradição ainda é o que era, não gostei das fotos que tirei. Mas se calhar é mesmo assim que a coisa funciona: é preciso tirar muitas fotos para que apareçam uma ou duas aceitáveis.



As restantes fotos estão na minha página webPicasa



quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Super Lua


Depois de uma combinação mal combinada com o meu parceiro de fotografias, eis-me ali sozinho às portas da mata de Monsanto, com a noite a cair a uma velocidade vertiginosa até se esborrachar sobre toda a cidade, cobrindo-a de negro manto.
Isto dito assim até pode parecer um bocado aterrador, mas não é, é poético. É a poesia do cosmos, um sítio onde reina o caos e a desordem natural das coisas.
Aqui para nós que ninguém nos ouve, a ordem não passa de um método para controlar as massas em proveito de alguns, sempre os mesmos, e tem por isso de ser combatida.


Passados os primeiros instantes para reconhecimento do território, eis-me de volta ao trabalho de tentar tirar ao menos uma fotografia de jeito.
Não conhecia o local, no Bairro do Alvito, e devo dizer que é óptimo para tirar fotografias sobre Lisboa, o rio, a ponte 25 de Abril.


Voltei a não ficar satisfeito com os resultados obtidos com a lente de 300mm. Foram todas tiradas com tripé e portanto deveriam ficar nítidas, no entanto parecem algo tremidas, o que pode indicar que com o zoom no máximo o tripé não oferece estabilidade.
Ainda me falta fazer uma experiência que é comprar um cabo disparador, se não resultar a solução é mesmo trocar de tripé.


Voltando à Lua, foi a primeira vez que presenciei uma Super Lua, todas as vezes anteriores estava no sítio errado, sou seja, com nuvens. Desta vez até o clima ajudou.

As fotos estão no sítio do costume, na página Picasa

domingo, 26 de julho de 2015

Lisboa a 50mm de distância


Sim, eu sei, as fotos têm manchas. Muitas. Notam-se principalmente em fundos claros, como o céu. Acontece que estou um bocado farto de perder o meu rico tempo que tanta falta me faz a “limpar” as fotografias. Enquanto não conseguir mandar limpar o sensor da máquina tenho que ir fazendo aos poucos porque é uma coisa que demora muito tempo.


Todas estas fotografias foram tiradas com a lente de 50mm. Depois do choque inicial, aos poucos vem a habituação. Ainda não estou totalmente refeito do facto de não usar zoom. Tenho um bocado de dificuldade em enquadrar uma imagem no espaço fixo e imutável que tenho no visor da máquina. Era tão mais fácil com o zoom…


A coisa só lá vai com prática, muita prática, mas infelizmente ultimamente não tenho tirado muitas fotografias. Vou tentar recuperar o tempo perdido.
Neste post estão algumas fotos tiradas nos meses de Junho e Julho. Os locais foram: Jardim das Amoreiras, Campo Grande, Parque Eduardo VII, zona do Cais do Sodré e Parque das Nações.

Mais fotos na minha página webPicasa:
https://picasaweb.google.com/104016268436238696301/201507LisboaA50mmDeDistancia


terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Ruas de Lisboa


A Rafaela nunca tinha visto as ruas com decorações de Natal.


Na segunda feira fui buscá-la ao Atl e apanhei o comboio para Lisboa para lhe mostrar algumas ruas. 


A volta que demos não foi muito grande, apenas algumas ruas da baixa.


Não tinha a Canon comigo, tive que recorrer à Fujifim. De qualquer forma, com uma ou com outra, o importante era ter comigo um tripé e não tinha. 


Estão tremidas claro, mas atendendo às velocidades usadas (1/10s / 1/15s) ate que nem sairam muito mal.



sábado, 19 de julho de 2014

Elevador da Bica


Sábado à tarde.
Que fazer, depois de ir ao oculista apertar os óculos novos, que com menos de uma semana já estavam largos?
Nada.
E quando não se faz nada vai-se por aí e tira-se umas fotografias.
A vitima desta vez foi o Elevador da Bica, que até fica perto do Quiosque de Refresco e da Manteigaria.
Mais dois pacotes de açúcar para a minha colecção.


Mais fotos em
https://picasaweb.google.com/104016268436238696301/2014107ElevadorDaBica?noredirect=1

domingo, 3 de novembro de 2013

Lisboa by night

                                           Lisboa, Teatro D. Maria II, 2 Novembro 2013

3ª e última aula pratica do Curso de Iniciação à Fotografia do GDST. Tal como nas vezes anteriores notei como (único) ponto negativo o stress provocado pela pressa em fotografar, a quantidade de gente que obriga a longas esperas para fotografar até o "caminho" ficar desimpedido, o dilema entre ficar perto e ouvir as explicações ou afastar-me um pouco mais para fotografar à vontade e depois perder-me...

                                             Lisboa, Rossio, 2 Novembro 2013

As bases estão lançadas. Agora o que preciso é continuar a evoluir e fazer mais cursos.

                                            Lisboa, vista do Convento do Carmo, 2 Novembro 2013

Mais fotos em:

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Sintra e arredores


This Summer I have been walking around Sintra, Lisboa and Cascais.
Some of the photos can be seen on Picasa
https://picasaweb.google.com/104016268436238696301/201308SintraEArredores


I have more photos but they include people that do not want to be exposed in public.