Descrição

Histórias de viagens ilustradas com fotografias

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Karting em Sanxenxo


E foi assim uma tarde de karting em Sanxenxo.



Mais fotos em Google Fotos:


quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Águeda, a terra dos chapéus de chuva


Águeda é terra de boa gente. Almoçámos num restaurante tipo tasca. Da meia dose que serviram, uma parte ainda ficou na travessa, e no entanto quando a serviram disseram "se quiserem mais um bocadinho peçam". Recomendo, portanto.

A única coisa que estava mal é que a casa tinha um toldo onde se lia "Cafés Palmeira" que foi na verdade o que me levou a entrar, mas chegando à hora do descafeinado, o respectivo pacote de açúcar que o acompanhava era daqueles de supermercado. Uma desilusão.

A visita já estava planeada. As férias foram na Galiza e estava previsto no regresso fazer um pequeno desvio para visitar a terra dos chapéus de chuva.
É uma visita engraçada e divertida. São apenas meia dúzia de ruas no centro da cidade mas vale a pena.


As restantes fotos estão no Google Fotos: https://photos.app.goo.gl/z5PzeRD2tjsEnnJs6


segunda-feira, 9 de abril de 2018

À vela no Tejo


Há uma figura típica do imaginãrio de todos os portugueses. A do indivíduo que tem uma prima que é cunhada da florista, que tem uma irmã que é amiga de uma senhora que mora no mesmo prédio,  aquela que está sempre à janela e que tem um piriquito, estão ao ver? (*)

No fundo, talvez a realidade não fique muito atrás da ficção. Neste caso concreto, através de uma longa cadeia de conhecimentos, acabei fazendo um passeio de barco no Rio Tejo, com um grupo de pessoas que desconhecia.


Nunca tinha andado num barco à vela. Foi a primeira vez. E não me passava pela cabeça que aquilo se inclinasse tanto. Para mim foi uma surpresa.
Não passámos o Cabo das Tormentas, nem o Bojador, nem sequer o Bugio. Mas foi muito interessante, e muito giro.
Acho que fiquei cliente. Quando tiver possibilidade espero fazer outro passeio novamente.


Mais fotografias do passeio podem ser vistas no Google Fotos, neste link:


(*) De "Conversas sobre o amor", mini peça de teatro.
Sei que os plágios estão na moda, mas desengane-se quem pensar fazer deste caso mais um caso.
Alegado plagiador e suposto plagiado são uma e a mesma pessoa.

quinta-feira, 8 de março de 2018

Canon EF-S 18-135mm


Não foi uma boa estreia. Correu quase tudo mal.
Comprei há uns dias uma objectiva nova e a vontade de a experimentar era muita. Há quase dois anos que não tiro fotografias.
A objectiva que vinha de origem com a máquina avariou-se, e em seu lugar comprei uma de 50mm fixa. Não é a mesma coisa. Por muito boa que seja em algumas situações, para fotografia geral tira até a vontade de fotografar.


Com tanta vontade de fotografar, qualquer pretexto serve. Ouvi dizer que havia um barco encalhado perto do farol do Bugio, e lá fui eu.
A altura escolhida foi muito má. O tempo estava péssimo. Chuva intensa, vento ainda mais intenso e mesmo de frente para mim, visibilidade fraca, em redor tudo era cinzento.
Não podia estar ali com a máquina muito tempo, naquelas condições. Alguns cliques e pronto, acabou-se a sessão fotográfica.
Tinha comigo a lente de 300mm mas era impensável estar a abrir a máquina no meio daquele temporal para trocar as objectivas.
Assim, só me resta esperar que venha um dia de sol, para fotografar mais.


quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Parque das Conchas


Chama-se Jardim da Quinta das Conchas e dos Lilases, mas os amigos chamam-lhe apenas Parque das Conchas.
É a minha sala de aula de língua russa.


Numa das últimas aulas fui mais cedo e andei por ali a tirar fotografias, as primeiras que tirei com o telemóvel novo.
Fiquei satisfeito com o resultado final, embora claro, não substitua a máquina fotográfica.


Falta-me agora com mais calma experimentar as diversas opções da câmara. Estas fotos foram tiradas com as definições que vinhan de fabrica.


Falta dizer que em casa, num programa de tratamento de imagem mexi um bocadinho, nada de especial. Apenas tirar o escuro das zonas escuras e o claro das zonas claras.






sábado, 2 de setembro de 2017

Guerreiros de Xian


Qin Shi Huang não gostava de jarrinhas com flores no seu túmulo. Preferia soldados. Soldados com vida, os seus guerreiros, defendiam-no em vida. Soldados sem vida, estátuas, defende-lo-iam depois de morto. Nada mal pensado, para quem acreditava na vida depois da morte.
Assim, mandou construir um exército de soldados-estátuas para lhe guardarem o túmulo, ou os ossos, ou a alma, ou lá o que era.


Há uma coisa que me parece a mim estranha, e estranhamente, por tudo aquilo que li, não me parece que alguém tenha dado importância a esta questão.


Acho estranho que uma obra desta dimensão tenha sido encontrada por acaso, quando alguns agricultores, mais de dois mil anos depois, cavavam um terreno.
O que eu quero dizer é que deveria haver registos históricos desta obra, e ela é bem grande, são mais de oito mil figuras, e parece-me estranho que não se tenham lembrado de a procurar.


Gostei da exposição e recomendo a sua visita, está quase no fim, apressem-se. O único ponto negativo é que não gostei da iluminação, achei difícil de fotografar, havia focos por todo o lado e na minha opinião mal dirigidos.
Como não tenho filtro polarizador, as estátuas dentro de vitrines ficaram obviamente com muitos reflexos.










Porto Covo em 2017