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Histórias de viagens ilustradas com fotografias
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segunda-feira, 9 de abril de 2018

À vela no Tejo


Há uma figura típica do imaginãrio de todos os portugueses. A do indivíduo que tem uma prima que é cunhada da florista, que tem uma irmã que é amiga de uma senhora que mora no mesmo prédio,  aquela que está sempre à janela e que tem um piriquito, estão ao ver? (*)

No fundo, talvez a realidade não fique muito atrás da ficção. Neste caso concreto, através de uma longa cadeia de conhecimentos, acabei fazendo um passeio de barco no Rio Tejo, com um grupo de pessoas que desconhecia.


Nunca tinha andado num barco à vela. Foi a primeira vez. E não me passava pela cabeça que aquilo se inclinasse tanto. Para mim foi uma surpresa.
Não passámos o Cabo das Tormentas, nem o Bojador, nem sequer o Bugio. Mas foi muito interessante, e muito giro.
Acho que fiquei cliente. Quando tiver possibilidade espero fazer outro passeio novamente.


Mais fotografias do passeio podem ser vistas no Google Fotos, neste link:


(*) De "Conversas sobre o amor", mini peça de teatro.
Sei que os plágios estão na moda, mas desengane-se quem pensar fazer deste caso mais um caso.
Alegado plagiador e suposto plagiado são uma e a mesma pessoa.

quinta-feira, 8 de março de 2018

Canon EF-S 18-135mm


Não foi uma boa estreia. Correu quase tudo mal.
Comprei há uns dias uma objectiva nova e a vontade de a experimentar era muita. Há quase dois anos que não tiro fotografias.
A objectiva que vinha de origem com a máquina avariou-se, e em seu lugar comprei uma de 50mm fixa. Não é a mesma coisa. Por muito boa que seja em algumas situações, para fotografia geral tira até a vontade de fotografar.


Com tanta vontade de fotografar, qualquer pretexto serve. Ouvi dizer que havia um barco encalhado perto do farol do Bugio, e lá fui eu.
A altura escolhida foi muito má. O tempo estava péssimo. Chuva intensa, vento ainda mais intenso e mesmo de frente para mim, visibilidade fraca, em redor tudo era cinzento.
Não podia estar ali com a máquina muito tempo, naquelas condições. Alguns cliques e pronto, acabou-se a sessão fotográfica.
Tinha comigo a lente de 300mm mas era impensável estar a abrir a máquina no meio daquele temporal para trocar as objectivas.
Assim, só me resta esperar que venha um dia de sol, para fotografar mais.


quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Super Lua


Depois de uma combinação mal combinada com o meu parceiro de fotografias, eis-me ali sozinho às portas da mata de Monsanto, com a noite a cair a uma velocidade vertiginosa até se esborrachar sobre toda a cidade, cobrindo-a de negro manto.
Isto dito assim até pode parecer um bocado aterrador, mas não é, é poético. É a poesia do cosmos, um sítio onde reina o caos e a desordem natural das coisas.
Aqui para nós que ninguém nos ouve, a ordem não passa de um método para controlar as massas em proveito de alguns, sempre os mesmos, e tem por isso de ser combatida.


Passados os primeiros instantes para reconhecimento do território, eis-me de volta ao trabalho de tentar tirar ao menos uma fotografia de jeito.
Não conhecia o local, no Bairro do Alvito, e devo dizer que é óptimo para tirar fotografias sobre Lisboa, o rio, a ponte 25 de Abril.


Voltei a não ficar satisfeito com os resultados obtidos com a lente de 300mm. Foram todas tiradas com tripé e portanto deveriam ficar nítidas, no entanto parecem algo tremidas, o que pode indicar que com o zoom no máximo o tripé não oferece estabilidade.
Ainda me falta fazer uma experiência que é comprar um cabo disparador, se não resultar a solução é mesmo trocar de tripé.


Voltando à Lua, foi a primeira vez que presenciei uma Super Lua, todas as vezes anteriores estava no sítio errado, sou seja, com nuvens. Desta vez até o clima ajudou.

As fotos estão no sítio do costume, na página Picasa

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Trafaria


A travessia do Rio Tejo em cacilheiro estava prometida desde o dia 18 de Maio, dia da última jornada do campeonato da 2ª divisão. Não foi possível realizá-la nesse dia e daí para cá a miúda não se calava com o "ir andar de barco".

Finalmente aconteceu ontem dia 9 de Junho, e para meu azar parece que gostou e agora só me pergunta quando é que vamos andar outra vez de barco.


Curiosamente vi hoje (10 Junho) no Facebook um vídeo feito dia 8 que mostrava golfinhos no Tejo. A nós não nos calhou essa sorte 


Mais fotos na minha página WebPicasa